A vida acadêmica nos exige e nos tira até o último suspiro e nesse caminho acabamos convivendo mais com nossos amigos de curso, de pesquisa, orientadores (ou orientandos, quem os têm) e, enfim, deixamos nossa casa quase em segundo plano.
O sacrifício é tanto que recentemente ouvi que queria ser filho de minha orientadora. Pode?
Orientador é orientador, mas, mãe é mãe! E não dá pra comparar, né? Ou será que dá? #Ficadúvida!
Agora, que dá pra entender, dá! Pra academia sempre achamos tempo, mas pra casa, é quando sobra! Ciúmes acadêmico totalmente justificável!

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